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Arthur Áquila, Estudante de Direito
Arthur Áquila
Comentário · há 21 horas
Bem, eu pessoalmente não gosto de ler longos textos na comunidade do JusBrasil, porém, desta vez, eu me surpreendi. Há algumas semanas eu comecei um projeto pessoal de desenvolvimento, possuo um iPhone e, a ferramenta citada, estava presente. Achei em um momento de distração e me surpreendi: possuía uma média de seis horas diárias, sendo 95% gastas com redes sociais. Isso me assustou.

Desde então iniciei uma jornada tentando abolir o uso do smartphone fora de casa. Cheguei ao pensamento que dentro de casa não há tamanho problema, pois, em sua maioria, as horas despendidas no lar são aquelas para repouso. Na primeira semana reduzi minha média para cerca de duas horas e meia diárias, e olhe que eu nem estava me esforçando tanto. Apenas botei o celular no silencioso. Acabei por estagnar nas duas horas. Esta semana cogitei a começar sair de casa sem celular. Utilizar menos a tecnologia é um estilo de vida paralelo e, quando você se torna um adepto, mesmo que amador, percebe o grande coringa. Na faculdade, na rua, nos pontos, nas lojas... é difícil não ver alguém com os olhinhos vidrados naquela tela, isso é assustador, trazendo prejuízos para: relacionamentos sociais, problemas emocionais e a própria produtividade, como elucidado pelo doutor no texto.

A preocupação com a família ainda me faz carregar o celular por aí, contudo... acredito que este seria um uso correto da tecnologia. É como aquela frase bem clichê: "A tecnologia não é algo ruim. Ela se torna a depender da utilização que a damos."

No mais, transcorrido esse relato pessoal, excelente texto.
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